Sucesso do sertanejo capixaba será atração do Réveillon de Cabo Frio, ao lado de grandes nomes da música como Sorriso Maroto;
O Réveillon de Cabo Frio, um dos maiores do país, terá o capixaba Alvaro Nobre como uma das atrações neste ano. A festa na Praia do Forte, reconhecida por reunir cerca de 1 milhão de pessoas, será palco não só do show do cantor, mas também da gravação de seu novo DVD, ao vivo.
A estrutura impressiona: mais de 20 metros de palco, 24 torres de caixas de som, conhecidas como ‘delay’, e um cenário montado para receber multidões. Álvaro será o responsável por animar o público antes da queima de fogos, com um show de duas horas que se encerra por volta das 23h30. Depois da virada, é a vez de Sorriso Maroto assumir o palco.

Capixaba Álvaro Nobre vai cantar para 1 milhão de pessoas em Réveillon no RJ
Representar o Espírito Santo em uma festa desse tamanho, segundo o cantor, é mais que uma conquista: é um marco.
Uma conquista gigantesca ter esse reconhecimento no estado do Rio. Realmente nos mostra que estamos no caminho certo. Representar o ES em um dos maiores réveillons do Brasil é uma emoção sem igual. Só agradecer a Deus e as pessoas que acreditam e confiam no meu trabalho
A presença de Álvaro em um evento desse porte reforça a ascensão do artista no cenário nacional. Natural de Cachoeiro de Itapemirim e criado em Mimoso do Sul, o cantor é hoje uma das apostas do sertanejo. Mas sua trajetória começou bem longe do gênero: na juventude, integrou bandas de rock, até que uma “resenha” entre amigos mudou tudo.

A pedido dos amigos, ele tocou “Inventor dos Amores”, de Gusttavo Lima. Aprendeu a música em casa, gravou, postou no Facebook, e o vídeo viralizou, abrindo portas que mudariam seu destino.
Desde então, Álvaro acumulou milhões de plays nas plataformas e dividiu palco com nomes como Gusttavo Lima, Zé Neto e Cristiano e Léo Santana, fortalecendo sua presença no sertanejo. Em 2024, viveu um episódio marcante quando encontrou um CD seu no meio da lama, após a enchente que atingiu Mimoso do Sul; um símbolo da própria persistência em meio ao caos.
