ADOÇANTES

Adoçantes não são todos iguais: veja os prós e contras de 3 opções…

Reduzir o consumo de açúcar virou prioridade para muita gente — seja para emagrecer, seja para proteger a saúde. Apesar de populares, os adoçantes ainda despertam dúvidas.

Nem todo adoçante é igual, e mesmo os de origem natural têm vantagens e limitações. A seguir, veja os prós e contras de três opções consideradas seguras para substituir o açúcar no dia a dia…

Stévia
Prós: Extraída da planta Stevia rebaudiana, a stévia costuma aparecer no topo da lista dos nutricionistas quando o assunto é adoçar com menos impacto metabólico. Ela não eleva a glicemia, não provoca picos de insulina e tem zero caloria. Também não costuma causar retenção de líquidos ou inchaço abdominal e pode ser consumida por grávidas.
Contras: O principal obstáculo é o sabor: muitas pessoas percebem um leve amargor residual. Além disso, nem toda stévia vendida no mercado é “pura”. É comum que ela venha misturada a outros adoçantes, o que exige atenção redobrada aos rótulos para quem busca a versão mais natural possível…

Xilitol
Prós: Derivado das fibras de frutas, verduras e cogumelos, o xilitol tem aparência e sabor muito próximos aos do açúcar comum, o que facilita a adaptação. Apesar de conter calorias, seu índice glicêmico é extremamente baixo — cerca de 7, contra 92 do açúcar refinado. Isso significa que ele não provoca picos de insulina e pode ser consumido por pessoas com diabetes.
Contras: O efeito colateral mais conhecido é o desconforto intestinal. Em doses elevadas, o xilitol pode causar gases, estufamento abdominal e diarreia, graças ao seu efeito laxante. Além disso, fornece cerca de 2,5 kcal por grama — menos que o açúcar, mas ainda relevante para quem está controlando rigorosamente a ingestão calórica…

Eritritol
Prós: Presente naturalmente em frutas como melão, pera e uva, o eritritol tem sabor suave e não deixa gosto residual amargo. É praticamente isento de calorias, com apenas 0,2 kcal por grama. Embora seja classificado como carboidrato, ele não é absorvido pelo intestino, o que evita elevação da glicose ou da insulina. Após o consumo, é eliminado principalmente pela urina e costuma ser bem tolerado, com baixo risco de efeitos gastrointestinais.
Contras: Seu poder adoçante é menor: cerca de 60% do açúcar. Isso pode levar ao uso de quantidades maiores para alcançar o mesmo sabor, especialmente em receitas. Pessoas mais sensíveis também podem apresentar gases ou diarreia…

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