GORDURA VISCERAL

5 mudanças de hábito que reduzem a gordura visceral, segundo a ciência

A gordura visceral, que se acumula no abdome e envolve órgãos internos, é considerada um tipo de gordura mais perigoso para a saúde e pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e pressão alta.

O que você precisa saber
Gordura visceral não aparece como ‘pneuzinho’, mas pode interferir no funcionamento de órgãos como fígado, pâncreas e intestino. Esse tecido libera substâncias inflamatórias e é associado também a certos tipos de câncer e ao aumento do declínio cognitivo.

Pessoas magras também podem ter níveis altos de gordura visceral, porque o acúmulo depende de genética e hábitos. Alimentação rica em ultraprocessados, sedentarismo e consumo de álcool aparecem entre os fatores que favorecem esse depósito de gordura…

Medidas de circunferência abdominal podem servir como pista inicial de risco aumentado. Na altura do umbigo, valores acima de 101,5 cm em homens ou 89 cm em mulheres acendem um alerta, embora exames como bioimpedância e ressonância mostrem com mais precisão a gordura ‘escondida’.

5 mudanças simples de hábito para reduzir a gordura visceral
Metas curtas e realistas de emagrecimento ajudam a reduzir a gordura visceral sem cair em dietas radicais. Perder 5% do peso já é apontado como suficiente para diminuir de forma significativa esse tipo de gordura e também reduzir a gordura acumulada no fígado;

Comida de verdade no prato e menos ultraprocessados fazem diferença no acúmulo de gordura no abdome. Carnes, ovos, verduras, legumes, frutas, grãos integrais e leguminosas aparecem como base, enquanto açúcar em excesso e álcool são citados como fatores que favorecem o aumento da gordura visceral.

Cereais integrais no dia a dia ajudam a ‘desinflar’ por dentro ao longo do tempo. Estudos associam o consumo de três ou mais porções diárias de integrais, como arroz integral, aveia e trigo integral, a menor quantidade de gordura visceral.

Atividade física regular, com foco em exercícios aeróbicos e no treino intervalado de alta intensidade (HIIT), é uma das estratégias mais eficientes. Pesquisas apontam que o HIIT pode reduzir gordura corporal – e, por consequência, visceral – com boa eficiência quando comparado a treinos tradicionais…

Sono de qualidade e controle do estresse entram no pacote porque influenciam inflamação e hormônios ligados ao apetite. Noites mal dormidas e tensão constante favorecem inflamação crônica, um mecanismo associado aos efeitos da gordura visceral no organismo.

O que não entra na conta da ‘fórmula mágica’
Não existe atalho para eliminar a gordura visceral, e os melhores resultados vêm de mudanças consistentes no estilo de vida. Tratamentos complementares, como laser infravermelho, aparecem como possíveis adjuvantes quando combinados a exercício e reeducação alimentar, mas não substituem a mudança de hábitos e devem ter acompanhamento médico…

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